A divulgação da campanha ganhou forte apoio popular através de milhares de adesivos colados nos para-brisas dos automóveis com o tema “Correr é o Fim!”.
Personalidades do RS e SC vestiram as camisetas da campanha e deram depoimentos para o conteúdo editorial dos veículos da RBS. Outras empresas também se engajaram na causa, utilizando em seus anúncios o selo com a mensagem da campanha, e confeccionando adesivos e camisetas.
Em 2009, mais de 55 mil gaúchos estavam dependentes do crack, com o número de usuários da droga aumentando exponencialmente.
O Grupo RBS montou um comitê com especialistas sobre o assunto para debater o tema e realmente definir se teríamos como assumir essa bandeira.
Coube à Agência Matriz elaborar uma campanha publicitária com o objetivo de alertar e conscientizar a população sobre os efeitos devastadores do crack.
Devido ao índice de recuperação desse tipo de dependência ser baixíssimo, nosso principal objetivo foi o de evitar o surgimento de novos consumidores da droga.
A campanha deveria passar a degradação causada pelo crack, como a violência, a decadência, o imoral, o trash. A estética de todas as peças deveria chamar a atenção do público sem assustar, mas com o impacto necessário para não passar despercebida.
Crack, nem Pensar. Esse foi o apelo utilizado nas peças para televisão, rádio, jornais, revistas e internet, e que também serviria de base para as diversas ações editoriais que seriam desenvolvidas no decorrer do ano.

Mídia cedida gratuitamente em 70 ônibus da ATM adesivados, 2 mil cartazes colados no interior, frontlights e outdoors em SC.
Apoio de 82 organizações privadas, 30 organizações não governamentais, 47 organizações públicas, 42 instituições de ensino,17 grupos regionais/festividades, 22 personalidades, 6 times de futebol.